Pesquisar

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES







MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES



OBJETIVOS



VERIFICAR EXPERIMENTALMENTE A LEI DE HOOKE EM MOLAS HELICOIDAIS, ISTO É, QUE O COMPORTAMENTO ESTÁTICO DE UMA MOLA, PARA PEQUENAS DEFORMAÇÕES, É CORRETAMENTE DESCRITO PELA LEI DE HOOKE, E QUE O PERÍODO DE OSCILAÇÃO DE UM SISTEMA MASSA-MOLA É INDEPENDENTE DA AMPLITUDE, PARA PEQUENAS OSCILAÇÕES.




FUNDAMENTOS TEÓRICOS 



SEJA UM SISTEMA EM SITUAÇÃO DE EQUILÍBRIO ESTÁVEL. QUANDO ESSE SISTEMA É LEVEMENTE AFASTADO DESSA SITUAÇÃO E LIBERADO, PASSA A EXECUTAR UM MOVIMENTO PERIÓDICO OU OSCILATÓRIO, EM TORNO DA POSIÇÃO DE EQUILÍBRIO, CHAMADO DE MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES (MHS), SE NÃO EXISTIREM FORÇAS DISSIPATIVAS.



MONTAGEM EXPERIMENTAL











   SUPORTE VERTICAL PARA A MOLA
   DISCO DE METAL
   RÉGUA MILIMETRADA;
   CRONÔMETRO
   BALANÇA
   PAPEL MILIMETRADO
             



EXPERIÊNCIA



a)    MONTAR A MOLA HELICOIDAL NO SUPORTE UNIVERSAL.
b)    AJUSTAR O VALOR DE ZERO DA ESCALA DE MEDIDA.
c)    ACRESCENTAR UMA MASSA DE VALOR CONHECIDO NO PORTA MASSA.
d)    PUXAR LEVEMENTE O SUPORTE DE MASSAS PARA BAIXO DA POSIÇÃO DE EQUILÍBRIO DO SISTEMA MASSA-MOLA E SOLTE-O, NO MESMO INSTANTE EM QUE ATIVAR O CRONÔMETRO PARA MEDIR A ELONGAÇÃO DA MOLA.
e)    REPETIR O PROCEDIMENTO ANTERIOR 3 VEZES.
f)     ORGANIZAR OS VALORES MEDIDOS EM UMA TABELA.





REGISTRO DE DADOS
mi (Kg)
Li (m)
FI (N)
K
10 T(s)
0,10
0,26
1,0
0,4
4,41
0,15
0,28
1,5
0,4
5,28
0,20
0,30
2,0
0,4
6,70
                                                                                                                         Ť≈5,46



RESULTADOS OBTIDOS


Tgθ = senθ / cosθ  à  Tgθ = 0,4

T = 2 x π x √m+m / k  à T = 2 x 3,14 x √0,15+0,10   à  T = 7,85



CONCLUÍ-SE QUE A CONSTANTE ELÁSTICA DA MOLA, COMO DETERMINADO ESTATICAMENTE, É (0,4±0,02)N/M. A DETERMINAÇÃO PELO MÉTODO DINÂMICO FORNECE UMA CONSTANTE ELÁSTICA IGUAL A 5,87N/M. COMO ESPERADO, OS VALORES SÃO DIFERENTES, HÁ UMA DIFERENÇA DE 4% ENTRE ELES, DIFERENÇA QUE É SATISFATÓRIA CONSIDERANDO-SE A MONTAGEM E EXECUÇÃO DO EXPERIMENTO.




experimento 6









quinta-feira, 18 de outubro de 2012

PÊDULO








PÊNDULO


               Objetivo:

Observar a influência da massa do corpo e da variação do comprimento do pêndulo no período de oscilação.


Fundamentos Teóricos:


Quando o pêndulo é deslocado de sua posição de equilíbrio, ele oscila sob a ação da FORÇA PESO, apresentando um MOVIMENTO PERIÓDICO. As forças que atuam sobre a esfera de massa m são: a FORÇA PESO P e a FORÇA DE TRAÇÃO T.  A FORÇA CENTRÍPETA  Fc, que mantém o pêndulo na trajetória de um arco circular, é a resultante da FORÇA DE TRAÇÃO T que o fio exerce e da componente da FORÇA PESO py na direção do raio, que resulta na ACELERAÇÃO CENTRÍPETA,   ac = V2 / R.












   Montagem Experimental:

Pêndulo 

 Padrão de medida (cm)

 Cronômetro

 Régua 
                
 Transferidor

Papel milimetrado





   Experiência:


Ajustar o comprimento ℓ do pêndulo.
           
Colocar o pêndulo em oscilação, tomando cuidado para não ultrapassar um determinado ângulo.

Medir o tempo de 10 oscilações e determinar o período de uma oscilação através de: Ť = (tempo de 10 oscilações) / 10.

Executar este processo 5 vezes.





PÊNDULO
REGISTRO DE DADOS
10 T
Ť
100 cm
18s 6dec
18s 6dec / 10
80 cm
16s 31dec
16s 31dec / 10
60 cm
14s 44dec
14s 44dec / 10
40 cm
11s 82dec
11s 82dec / 10
20 cm
8s 41dec
8s 41dec / 10


















RESULTADOS OBTIDOS








A partir do experimento realizado com o pendulo, em condições ideais, (sem a interferência de forças externas) podemos verificar que a aceleração da gravidade atua em toda parte e preserva suas características básicas onde quer que aplicada.




experimento 5






quinta-feira, 11 de outubro de 2012

ATRITO ESTÁTICO







ATRITO ESTÁTICO

OBJETIVOS:


Determinar o coeficiente de atrito estático µe na iminência de movimento entre um bloco de madeira e uma superfície metálica na horizontal. Determinar também os coeficientes de atrito dinâmico e estático entre duas superfícies em contato. Comprovar as leis experimentais que resumem os fenômenos de atrito.



FUNDAMENTOS TEÓRICOS USADOS


LEIS DE NEWTON

1ª Lei de Newton: Se nenhuma força resultante atua sobre um corpo, a velocidade do corpo não pode mudar; ou seja, o corpo não pode acelerar.
2ª Lei de Newton: A força resultante sobre um corpo é igual ao produto da massa do corpo pela sua aceleração F = ma.
3ª Lei de Newton: Quando dois corpos interagem, as forças exercidas por um sobre o outro são sempre iguais em módulo e têm sentidos opostos.



LEIS DE COULOMB DO ATRITO

      1ª ) A força máxima de atrito (força de contato tangencial) é proporcional à força (de contato) normal entre duas superfícies em contato.
         2ª ) O coeficiente de atrito estático (µe) não depende da área das superfícies em contato, apenas da natureza das substâncias que constituem essas superfícies.



MONTAGEM EXPERIMENTAL






1.     Bloco de madeira.
2.     Plano Inclinado.
3.     Base do Plano Inclinado.
4.     Sistema de apoio e roldanas para suspensão do Plano Inclinado.
5.     Parafusos para nivelamento da base.
6.    Dinamômetro comercial


EXPERIÊNCIA

a)    Medir e registrar o valor da massa do bloco de madeira.
b)    Medir 10 vezes com o dinamômetro o valor da força quando o bloco está em iminência de movimento e anotar numa tabela.
c)    Medir 50 vezes o ângulo de deslizamento do bloco de madeira e registrar na tabela de medida de ângulos.




REGISTRO DE DADOS
MEDIDA
FORÇA
1
0,82±0,1
2
0,82±0,1
3
0,82±0,1
4
0,85±0,1
5
0,80±0,1
6
1,00±0,1
7
0,60±0,1
8
0,85±0,1
9
0,90±0,1
10
0,82±0,1
Força média= 8,28/10 = 0,828 ≈ 0,83N














MEDIDA
ÂNGULO θ
MEDIDA
ÂNGULO θ
01
36,0°±1,0°
26
27,0°±1,0°
02
23,0°±1,0°
27
28,0°±1,0°
03
24,0°±1,0°
28
26,0°±1,0°
04
21,0°±1,0°
29
30,0°±1,0°
05
22,0°±1,0°
30
28,0°±1,0°
06
22,0°±1,0°
31
30,0°±1,0°
07
24,0°±1,0°
32
28,0°±1,0°
08
23,0°±1,0°
33
27,0°±1,0°
09
31,0°±1,0°
34
30,0°±1,0°
10
26,0°±1,0°
35
30,0°±1,0°
11
29,0°±1,0°
36
29,0°±1,0°
12
27,0°±1,0
37
26,0°±1,0°
13
25,0°±1,0°
38
29,0°±1,0°
14
26,0°±1,0°
39
31,0°±1,0°
15
28,0°±1,0°
40
30,0°±1,0°
16
30,0°±1,0°
41
29,0°±1,0°
17
29,0°±1,0°
42
31,0°±1,0°
18
26,0°±1,0°
43
31,0°±1,0°
19
29,0°±1,0°
44
30,0°±1,0°
20
27,0°±1,0°
45
29,0°±1,0°
21
29,0°±1,0°
46
28,0°±1,0°
22
29,0°±1,0°
47
28,0°±1,0°
23
28,0°±1,0°
48
28,0°±1,0°
24
27,0°±1,0°
49
28,0°±1,0°
25
28,0°±1,0°
50
29,0°±1,0°
Ângulo médio θ = 1389°/50 à θ = 27,78° ≈ 27,8°

























      
RESULTADOS OBTIDOS

        Massa do bloco de madeira: 167,0 g

        P = m.a à P = 0,167 . 9,87 à P = 1, 65 N

        μe = tg θ à μe = tg 27,8° à μe = 0,58 ± 0,02°

        Incerteza:

      δμe = |sec θ| δθ à δμe = | 1 / cos 27,8|x 1,0° = (1/ 0,8) x 1 = 1,25

       (1,25 à 0,125 0,1)


       F = μe x N à N = F / μe à N = 0,83 / 0,58 = 1,43 N

       δ N = m δg + g δμe à δ N = 0,167 x 0,001 + 9,87 x 0,1
                                              = 0,000167 + 0,987
                                              = 0,987
                                              0,99 N


      Σ Fx = P senθ – F = 0

              = 1,65 x sen27,8° - 0,83
              = 1,65 x 0,5 – 0,83
              = - 0,005


       Σ Fy = N – P cosθ = 0

               = 1,43 – 1,65 x cós 27,8°
               = 1,43 – 1,65 x 0,9
               = 1,43 – 1,49
               = - 0,06 




Uma análise microscópica deste fenômeno (atrito entre dois corpos) permite-nos verificar como as irregularidades das superfícies em contato se chocam e se engrenam umas às outras, dando efeito macroscópico do atrito.
           Pode-se esperar então, quando dois corpos se põem em contato,  que a área real microscópica de contato seja muito menor que a área aparente de contato macroscópica.  

 
Referências:
HALLIDAY David, RESNICK Robert, Walker Jearl. Fundamentos da Física 7ed. Vol 1. LTC Editora, 2006.


experimento 4